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Almoçar Barreado em Morretes / Curitiba - Morretes de Bike
Posted by hipolito on Quarta, agosto 22 @ 12:11:09 BRT
Montanhismo





Hipolito e Christyan no Portal da Estrada Graciosa -- Foto:Christyan


Para efeito de ilustração utilizamos como ponto de referencia da partida o bairro do Atuba, que segundo as estatísticas do google maps nos deu as seguintes variáveis:

De carro o trajeto total seria de 63.9 km levando-se em torno de aproximadamente 1 hora e 3 minutos, abaixo pode-se conferir o trajeto efetuado




Trajeto efetuado Fonte:Google Maps

Porem como fizemos o trajeto de bicicleta seguem os dados coletados em nossa aventura


Etapa
Trecho
Estimado
Hora Cheg.
Hora Saida
Tempo Gasto minutos
Distãncia Percorrida
KM Total
Média KM
1
Casa
05:30
--
05:57
0
0
0
--
2
Atuba
06:00
06:24
06:34
27
8.100
8.100
18
3
Quatro Barras
06:40
07:08
07:18
34
13.260
21.360
23.67
4
Portal Graciosa
08:40
09:00
09:10
102
17.270
38.630
10.15
5
1º Recanto
09:15
09:35
09:42
25
6.24
44.870
15.21
6
São João Graciosa
11:15
11:20
11:27
98
14.280
59.150
8.76
7
Morretes
12:30
11:44

17
13.920
73.070
49.71
8
CWB Retorno Trem
15:00
17:35

--

78.410
--


As fotos aqui expostas foram tiradas com uma cassio exilim EX-S770 de propriedade do Christyan, pois a minha maquina apresentou falha no funcionamento no inicio de ano de 2007, durante uma escalada ao morro do Anhangava, e desde então não tenho mais tirados fotos.

Leia o relato completo de nossa vaigem clicando em leia mais...



Iniciamos nossa jornada saindo de minha casa as 05:57, ou seja, exatamente 27 minutos de atraso, ocasionado por mim mesmo e nos dirigimos até o Atuba, esse trecho foi tranquilo, apesar do intenso frio que enfrentamos o céu estava nublado, prenunciando o que iríamos encontrar pela frente, na descida da serra.

Chegando ao Atuba, fizemos as anotações de horário e quilometragem em nossa planílha, perguntei ao Chris se havia lugar em sua mochila para acomodar o famoso plástico "John Lock" (aquele careca do seriado do lost - Plástico Bolha) que estava em meu bagageiro, pois como ainda estava escuro, seria interessante ligar meu sinalizador traseiro naquele trecho da BR. Ele guardou o plástico em sua mochila e aproveitou e guardou seu relógio que já não funcionava também.

Voltamos a pedalar, passamos pelo Atuba, em seguida pela Vila Zumbi e logo mais adiante estávamos no Trevo de Quatro Barras, nova parada para anotação da planilha e agora com fotos. Já estava claro quando chegamos nesse ponto, desligamos os sinalizadores traseiros das bikes e pegamos nossos óculos de sol para proteger os olhos do vento e possíveis objectos voadores oriundos da BR 116.

O trecho da BR 116 do Atuba até o trevo de Quatro Barras é horrível, tanto pela pista de rodagem como pelo acostamento, ambos são cheios de buracos. Pelo acostamento encontramos muitos cacos de vidro e pedaços de pneu dos caminhões, dessa forma não podíamos pedalar numa velocidade superior aos 25 km/h.

Retornamos a pedalada e logo chegamos na frente do posto Costa Brava, eram 07:45hs e o ciclocomputador marcava 30 e poucos Kilometros, ou seja quase metade de nosso percurso. Como seria o ultimo posto que passaríamos ate Morretes , tive a brilhante ideia de calibrar meu pneu traseiro pois achei que o mesmo estava um pouco murcho, fui na bomba e coloquei 45 Libras de pressão no dianteiro e no traseiro, aproveitando o Chris resolveu calibrar os da speed dele também, detalhe que uns dias antes ele havia comprado um adaptador de bico fino, pois ele tinha no pneu da frente um bico grosso e no de trás um bico fino ( verdadeira porcaria ), o adaptador não funcionava na bomba que não jogava ar no pneu, ofereci minha bomba manual ao mesmo que calibrou o pneu ali mesmo após algumas bombeadas sem o maravilhoso adaptador, o interessante foi que após concluir a tarefa de inflar os pneu o bico fino maldito ficou preso na bomba, efetuamos algumas tentativas de remoção da bomba do bico sem sucesso, e apelamos para nossa delicadeza habitual a qual realmente resultou na remoção da bomba da roda com o dito bico, porem com o mesmo ainda fixo na bomba, ou seja arrancamos o bico da camera da speed, bom sem maiores problemas afinal perderíamos o tempo trocando a camera algo em torno de 30 minutos. Para nossa surpresa o Chris não tinha uma camera de ar reserva. Bom vimos que havia um borracheiro no posto, fomos lá acordar o cara. Ele muito prestativo levantou de seu sofá e informou que tentaria nos ajudar. Efetuou o serviço pegando um bico de pneu de carro de uma outra camera que tentaria colocar na camera que estava sem bico, ficamos apreensivos e com o pensamento de que tudo daria certo. Passados 35 minutos descobrimos que não seria possível o reparo, pois a camera por ser muito fina, mais ou menos uns dois centímetros, a solda a quente não estava pegando numa das bordas. Se fosse uma camera do tipo Moutain bike provavelmente daria certo, confirmou o Ageu.

Bom eu ainda tinha um coelho na cartola, em minha pochete de selim havia uma camera aro 26 balão, pedi ao Ageu da borracharia pra colocar ela ), ele olhou e disse OK, foi difícil mas conseguimos em dois socar a camera no aro 27 da speed, usamos ate uma marreta de borracha pra poder recolocar o pneu no lugar.

Fizemos uma piadinha de que caso a camera não inflasse com o ar poderia rodar como se fosse um pneu maciço de borracha pois a própria borracha da camera balão preencreia o pneu. O Ageu colocou um pouco de ar, apertei a camera pedi mais um pouco de ar ficou bom e o pneu não saiu nas laterais do aro, recoloca-mos a roda na bike e o Chris foi testar a mesma, estava OK, disse inclusive que estava ate melhor que antes mais macia ( hehehe ).

Perguntamos ao Ageu quanto sairia o serviço dele, ele dise que era só o preço para pagar o café, questionamos 5, 10 reias ? ele disse "dá cincão que tá beleza!". Pagamos o cara e se mandamos empurrando as bikes no estacionamento do posto que é de paralelepípedos, chegamos na BR novamente e montamos nas bikes e nos mandamos, pedi pro Chris passar na frente pra ver como estava o pneu, estava tudo OK. Mais uns 8 Km e estaraimos no Portal da estrada da Graciosa, pra nossa alegria, e confirmação de minha previsão na noite anterior, fomos colhidos por uma magnifica garoa, mais ou menos 1 Km depois da saída do posto de gasolina, mas fazer o que, como já dizia o ditado "quem esta na chuva tem que se molhar" nossa missão de chegar a Morretes continuava. Observação, nesta magnifica experiencia de vida que tivemos em colocar uma camera de ar aro 26 balão numa roda de speed aro 27 perdemos exatamente 55 minutos.


Hipolito e Christyan no Portal da Estrada Graciosa -- Foto:Christyan

Parados e contentes no Portal da Estrada da Graciosa, batemos algumas fotos e nos colocamos a pedalar novamente, passamos por uma placa um pouco antes do posto da policia rodoviaria que há no local, que diz: Proibido trafego de Caminhões. Acabei de ler a placa e logo fui ultrapassado por um caminhão...

Nesta parte do portal a estrada é bonita ladeada por grandes arvores, encontramos uma descida suave e curta e logo apos a mesma começaria o nosso martirio, pois em conversa posterior no domingo , refize-mos o caminho inverso de van de Porto de Cima a Curitiba, eu e Christyan chegamos a conclusão de este é o pior trecho para se fazer de bike, na situação em que enfrentamos o trajeto, pois após a mencionada descidinha, acho que tem mais uma depois e somente subida ate o alto da serra da graciosa algo em torno de uns 5 km de subida suave, mas sempre subindo, afinal enfrentamos e chegamos lá.


Primeiro Recanto Vista Lacerda Estrada Graciosa

Primeiro Recanto da Graciosa Vista Lacerda, relógio marcando 09:35 hs e a distancia percorrida 44.87 Km, garoa fina, neblina e um frio cortante. Comi um pedaço de chocolate, bebi uns goles de agua de coco, o Chris comeu um sanduiche, bebeu alguma coisa, neste meio tempo passaram-se uns 10 minutos, começamos a pedalar novamente, contentes por ter que apenas controlar a velocidade da descida. Eu já possuia alguma experiencia em trechos de descida longo de bike de uma aventura que realizei por volta de 1992~1993 com meu ex companheiro de escaladas o Elgson ZZ5MEW, onde subimos o morro do Anhangava carregando as bikes e depois descemos de madruga o morro pela estrada abandonada da Asa Delta que fica ao lado do Anhangava. Chega uma hora em que seu braço não responde mais aos seus comandos, mas aquilo era mais extremo pois era madrugada, numa montanha, em uma estrada precária e cheia de erosões enormes, sendo assim não me preocupei muito pois aqui era mais tranquilo. Apenas pedi pro Chris ficar mais atras pois em caso de alguma queda minha ele tambem não iria para o chão, e tambem já ate tinha dito pro mesmo prevendo alguma coisa , " Um de nós com certeza vai cair ".

No inicio da estrada da graciosa o calçamento original foi substituido por asfalto, o que com certeza permite uma melhor estabilidade aos veiculos que por ali transitam, mas mesmo assim como estava com os dedos doloridos pelo frio e chuva, e a pista estava toda molhada pela incessante garoa nao estavamos passando de 20 a 25 km/h, tudo muito tranquilo ate a rápida chegado no segundo recanto o Rio Cascata, onde a curva é fechada para a esquerda, inclinei muito a bicicleta na curva e a roda dianteira perdeu a tração com o asfalto , ocasionando a perda de estabilidade de todo o conjunto resultando em um magnifico beijo no asfalto. A primiera coisa que tocou o asfalto foi minha palma da mão esquerda, logo depois senti minha boca e testa esfregando pelo asfalto, e consecutivamente mão direita, lado esquerdo da bacia e as costelas direitas. Lembro que quando parei de escorregar pelo asfalto a primeira atitude que tive foi a de levar a mão na boca pra ver ser ainda estava ali, e rapidamente o Chris ja estava parado em minha frente e perguntei ao mesmo se minha cara estava inteira ele disse que sim e que apenas minha testa estava sangrando um pouco.

Me levantei cuspi umas pedras da boca e sentia uma dor terrivel nas duas mãos, como se estivessem congeladas, gemi um pouco de dor, fui ver a bike se estava tudo OK, falei pro Chris vamos nessa e nos mandamos. Alguns minutos se passaram e o dedo indicador de minha mão direita começou a sangrar, porem a dor já era suportável. Paramos no recanto seguinte o Grota Funda, pegamos nosso estojo de primeiros socorros e o Chris colocou um pedaço de fita micropore em meu dedo para reduzir o sangramento e fechar o esfolão, enquanto isso chegamos a conclusao que a dor nos dedos e a demora no início do sangramento deviam estar relacionadas com a falta de circulação provavelmente ocasionada pelo trajeto anterior onde as maõs sempre ficam na mesma posição no guidão da bike, o sangue deve fluir de forma mais lenta, ou algo assim, ele havia comentado tambem que nas tres quedas anteriores dele no centro de Curitiba seus dedos haviam doído muito tambem. Em meu caso foi a primeira vez que senti um dor tão intensa em minhas mão durante uma queda de bike, e olhe que na decada de 90 eu tinha pelo menos 2 ou 3 acidentes por ano. Saimos do recanto e logo chegamos aos maravilhosos paralelepípedos da Graciosa, como estava tudo molhado e nunca havia descido de bike ali, logo chegamos a conclusao de que não poderiamos passar de 9.8 km/h e que tambem o unico ponto da estrada que poderiamos transitar com segurança seria no meio da pista mesmo, em cima da faixa amarela, pois na lateral direita onde normalmente transitamos estava inviável, pois devido a inclinação para as bordas para drenagem da pista, impediam a nossa permanecia muito próxima as laterais, tentamos de ambos os lados, até seria possível, mas no caso de frenagem ocorria a derrapagem. O que me impressionou mais foi que o Chris bravamente enfrentou toda a descida nos paralelepípedos com sua speed de pneu fino como um dedo indicador. Isso foi possivel a otima tarefa e capricho que o pessoal aplicou na construção desta estrada, pois os paralelepípedos alem de bem regulares em seu corte são bem proxímos e unidos uns aos outros, pois em Morretes por exemplo fomos tentar pedalar nos paralelepípedos o o pneu entrava nos vão das pedras. Resumindo, foi uma longa descida onde os braços e os pés ficaram amortecidos, chegamos finalmente no ultimo recanto da estrada da Graciosa e o maior tambem, o Mãe Catira, paramos para registrar o momento na ponte de metal em foto, esticar um pouco as pernas e os braços para a circulação voltar ao normal.


Ponte de Ferro Recanto Mãe Catira - estrada Graciosa Parana Brasil
Ahhh que alivio, poder pedalar livremente e com força na marcha mais pesada da bike sem ter que quase não precisar acionar o freio, nossa maior velocidade de todo o trajeto foi alcaçada nesta parte onde chegamos a 48.1 Km/ph, mesmo podendo pedalar livremente pedalamos com certa cautela apesar das curvas abertas nesta parte da estrada, a mesma ainda encontrava-se molhada e as mãos e pés ainda meio dormentes. Rapidamente chegamos a São João da Graciosa, na famosa venda onde em viajem anterior a pé, pedimos coca com limão e gelo, e o dono nos trouxe 3 copos com gelo e 3 limões daqueles amarelos que ele tirou do pé e uma faca e nos entregou, neste local tambem encontra-se a famosa pipoteca.


Comercio local em São João da Graciosa - Paraná - Brasil

Questionei o dono sobre qual seria a distancia ate Morretes e se ele tinha ideia de quanto tempo levaria-se de bicicleta até lá. Ele disse que era uns 13 Km e o tempo gasto seria algo por volta de 40 minutos. Saimos de São João da Graciosa exatamente as 11:27 hs, a garoa persistia, estavamos com uma boa media de pedalada sempre entre 29 Km/ph a 46 km/ph, rapidamente avistamos Porto de Cima, logo após a famosa proxima curva, passamos a ponte e continuamos, chegamos naquela interminavel reta de mais ou menos 6 Km, onde em dias limpos pode-se ver a Igreja de Morretes , mas nada de igreja. Pedalava-mos forte dentro das possibilidades de nossa resistencia.

Sempre com garoa na cara, derepende comecei a avistar ao longe na nevoa um vulto que a cada centena de metros ia crescendo no aspecto e na forma, como que surgindo das brumas. Finalmente a Igreja, aquilo nos animou continuamos, e mais alguns minutos e finalmente Morretes, seguimos reto viramos a esquerda e a esquerda novamente e fomos ate a ponte. Eram exatamente 11:44 hs, Fizemos o trecho de São João da Graciosa a Morretes em 17 minutos, nada como pedalar num asfalto de qualidade.


Rio Nundiaquara - Morretes Paraná Brasil

Logo em nossa parada na ponte, fomos abordados pelo Roberto, pessoa simpatica e prestativa que trabalha abordando os turistas que ali chegam para conhecerem o restaurante " Sabor de Morretes ", conversamos um pouco com o mesmo, e dissemos que iriamos ate a Estação Ferroviaria comprar as passagens de nossa volta para Curitiba e logo voltariamos. Nos dirigimos a estação Ferroviaria, compramos o bilhete da volta com a taxa de embarque das bicicletas.

Muito mais vantajoso do que voltar de onibus, pois no caso do trem as bikes viajam confortavelmente penduradas num vagão exclusivo para carga e identificadas com etiquetas numeradas, o embarque para o retorno deveria ocorrer as 15:00 hs. Voltamos a ponte velha, mas desta vez pelo calçadão de Morretes, uma rua com transito impedido para veiculos. onde se concentra grande parte dos resurantes e lojas de artesanato, bem como bela vista do Rio Nundiaquara. o Chris ate tentou pedalar com sua speed por ali mas foi uma tentaiva frustrada pelo acabamento tosco do calçamento, fomos empurrando as bikes. Mais uma vez fomos abrodados por outro morador da cidade, que educadamente nos cumprimentou, e começou a nos questionar de onde eramos e por onde tinhamos vindo, e que ele ja havia alguns anos atras efetuado a subida da Graciosa, e que queria levar seu filho, mas que o mesmo não segue as suas instruções, falou dos caminhos do cacatu, foi um papo de alguns minutos mas muito interessante e prazeiroso, pois mostra a hospitalidade, cordialidade e simplicidade da vida em cidades de menor porte, onde ainda é possível parar na rua e se conversar com um desconhecido.

Chegamos a ponte novamente, falamos com Roberto, que pessoalmente nos levou ao interior do restaurante Sabor de Morretes, disse que poderiamos colocar nossas bicicletas dentro do restaurante e sentar-mos ali mesmo, logo que a moça veio nos atender pedi uma coca com limão e gelo, pois estava com sede. ela foi e ja voltou com minha coca, algumas torradas, maionese e um pate muito saboroso.


Fachada Restaurante Sabor de Morretes - Morretes Paraná Brasil

Começamos beliscando isso, e logo ela veio com mais coisas, uma combuca de barreado, uma de pirão de barreado, uma porção de arroz, outra de bolinhos de mandioca, e banana cozida e claro farinha.
Comi e repeti os bolinhos e o pirão, muito bom mesmo, o melhor de tudo isso que é tudo a vontade. Saimos do restaurante e fomos dar uma volta ate o cemitério de Morretes, fui mostrar ao Chris a sepultura de Joaquim Olimpio de Miranda, o conquistador do Marumbi, batemos algumas fotos ali e fomos ate a Estação Ferroviária esperar o horário de nosso embarque, que ocorreu sem muitas novidades.


Cemitério Santa Esperança - Morretes - PR - Brasil

Bom aqui acaba o relato dessa nossa aventura, foi um passeio para almoço bem interessante, ate estamos pensando em ir almocar novamente em Morretes mas agora por outro trajeto.

--
Passagem Trem retorno Morretes Curitiba: R$ 20,00
Passagem Trem retorno Morretes Curitiba Bike: R$ 3,00
Barreado completo por pessoa no restaurante Sabor de Morretes: R$ 12,00 ( existem outras opções de cardápio)

Telefone do Ageu Borracheiro 24 Horas Posto Costa Brava BR 116 - 41  9181-2023

Equipamento utilizado na viagem

Hipólito
- MTB Trek 4500 24 Marchas
- Sinalizador dianteiro
- Sinalizador vermelho traseiro
- Pochete de selin com reparos e ferramentas
- Bagageiro de selin
- Mochila ataque 30 Litros
- 1º socorros

Christyan
- Speed Phanton 12 marchas
- Sinalizador vermelho traseiro
- Ferramanetas
- Mochila 65 litros


Album com as fotos da viagem

Bairro Atuba Curitiba

PR 410 - Estrada da Graciosa

Graciosa Estrada

Porto de Cima

Cidade de Morretes

Morretes

Serra Verde Express

Google Maps


Nota: Confira nos links no final da materia mais sobre as historias e curiosidades dos locais visitados
 
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